Combater algum problema, seja lá qual for, é uma tarefa que requer dedicação especial.Sobretudo se o tema em questão for uma espécie de tabu para uma sociedade. Lidar com este tipo de adversidade pode ser bastante penoso. É o caso da corrupção em nosso país; algo visível para todos, sumariamente prejudicial, porém de difícil combate.
Para alavancar o crescimento de uma nação como o Brasil, é necessário criar políticas públicas para combater com afinco a corrupção, desde a que ocorre entre os nossos políticos, até a de filas para adquirir ingressos para um grande espetáculo. É uma questão de educação. Investimentos nessa área podem gerar, futuramente, soluções para os atos corruptos dos brasileiros em seu cotidiano, o que fatalmente desencandearia uma postura ética mais séria dos políticos. Afinal, não podemos exigir mudanças de postura de nossos representantes se continuarmos nos comportando de forma inadequada. É contraditório.
Outra medida importante a ser adotada é punir severamente aqueles que praticam atos de corrupção. Criar normas exemplares que provoquem uma reflexão antes de se cometer um ato ilícito. Seguramente, a fiscalização para fazer com que essas leis sejam cumpridas somadas aos investimentos em educação desde o início do processo de aprendizagem das crianças dariam resultado na luta pela moralização de nosso país. Além disso, denúncias da população, dos veículos de comunicação, da sociedade em gral contribuem substancialmente para a redução dos índices de corrupção, afinal, vivemos em um regime democrático em que todos podem expor suas opiniões.
Certamente essa não é uma tarefa fácil. Precisa-se acabar com os vícios de furar fila em bancos ou pular a catraca do ônibus. Moralizar o país de nosso dia-a-dia é fundamental para exigir políticos honestos e que, de fato, representem o povo. Fiscalização governamental e popular, além da educação, são meios eficazes para se obter êxito.
terça-feira, 19 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Enlatados, congelados, pré-cozidos.
Manter esse espaço atualizado é uma tarefa das mais difíceis, sobretudo quando levamos em consideração o meu descaso costumeiro. Mas a verdade é que as horas não estão sendo consumidas - estão me consumindo. Mas cada blogueiro usa a desculpa que lhe couber, e essa é a minha. O problema são os anseios de alguns, que sempre insistem pra que eu movimente o espaço. Na verdade, aquele cara que gosta de estar sempre concatenando as idéias e botando algo no papel pra alguem ler tá meio parado ultimamente. Virou um observador. O momento pede isso. As coisas acontecem tão rápido e ao mesmo tempo tão devagar, que chega a ser meio escroto. E nada melhor do que, num domingo de chuva, passar uns 20 minutos enchendo linguiça no blog. Em breve virá algo interessante, prometo! É só alguém pedir pra escrever sobre algo, ultimamente estou aceitando sugestões. Talvez volte a sair algo legal, daquelas coisas que fazem o pessoal achar que eu sirvo pra alguma coisa.(...)
Muita luz a todos!
Muita luz a todos!
sábado, 18 de abril de 2009
Fumando e bebendo nosso Santa

Ser torcedor do Santa Cruz é algo muitas vezes incompreendido por aqueles que não têm essa alegria. Quem o é sabe bem o motivo da minha afirmação. Afinal, nós fazemos certas coisas que não tem muito sentido. A necessidade de ter o nosso time no cotidiano parece ser regra para aqueles que levam a função de torcer a sério.
O amor cresce de tal forma que nos faz medir todas as conseqüências de nossos atos para que não influenciem na tão esperada partida da nossa equipe, sendo ela contra o Colo Colo, pela Libertadores, ou contra o Vitória, por um Estadual em que não se têm mais chances de vencer. Sorrisos brotam dos nossos rostos, independente da envergadura do certame ou do adversário. O que importa é ver o Tricolor jogar.
Torcida "Portão 10", a barra-brava do Santa CruzMas, pelo 2° ano consecutivo, teremos que conviver com um período em que nossas almas de torcedores corais serão torturadas por uma indigesta parada de 77 dias do nosso Santa. Dias sem alegrias, tristezas, pesares, e, principalmente, fortes doses de loucura.
Nosso domingo não será mais o mesmo a partir de segunda-feira. As incertezas sobre o futuro do time são o que menos tem valia nesse momento, pois na realidade o desespero que nos cerca em não ver o Santa desfilar no tapete do Arruda é maior que qualquer coisa.
A decisão entre nossos rivais pouco importa, pois temos o nosso amor mais uma vez em campo neste domingo. “Mas o jogo não vale de nada…” – indagam alguns amigos. Ah, se vale! Vale para amenizar nossos corações antes dessa parada indigesta, para suprir a necessidade de ter o Santa no domingo, para afogar as tristezas da semana, para rever os amigos, para ser feliz…
Mais do que tudo, vale para continuar vivo, vivendo o Santa Cruz dentro de nós e fazendo aumentar ainda mais nosso amor, e, sobretudo, nossa loucura. Afinal, não será qualquer um que entrará em campo logo mais, às 16h. Quem vai jogar é o Santa do povão, que tanto nos encanta e seduz.
*Texto publicado no blog de esportes do Diário de Pernambuco.
terça-feira, 10 de março de 2009
"Hold me Closer"
Estar perto é bom pro ego, pra alma, pra carne, enfim... é bom pra tudo. Os psicoterapêutas afirma que a medida em que nos aproximamos de pessoas positivas, alegres, e de quem se gosta, tudo parece fluir positivamente e a coisa vai pra frente. Mas encontrar esse tipo de pessoa que queremos estar sempre juntos é uma tarefa árdua, penosa. Aconetece de quando em vez, talvez quando a gente pense que esse negócio de bem querer já foi pro "beleléu".
Mas sempre aparece alguém pra preencher um certo vazio existencial que a gente tem. E essa coisa que se sente toma proporções inimagináveis, a coisa começa a ficar legal e o envolvimento é iminente. E essa é a melhor parte de todas as partes! Se jogar! Não ter medo do futuro, das incertezas e afins.
Abraçar forte é o melhor remédio, ficar perto sem ninguém por perto é tão real, quando ouve-se algo doce suavemente, devagar... pode ser deitado em lençóis de seda, ou contando os postes na estrada.
Mas sempre aparece alguém pra preencher um certo vazio existencial que a gente tem. E essa coisa que se sente toma proporções inimagináveis, a coisa começa a ficar legal e o envolvimento é iminente. E essa é a melhor parte de todas as partes! Se jogar! Não ter medo do futuro, das incertezas e afins.
Abraçar forte é o melhor remédio, ficar perto sem ninguém por perto é tão real, quando ouve-se algo doce suavemente, devagar... pode ser deitado em lençóis de seda, ou contando os postes na estrada.
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