Estigmatizar indivíduos tem sido uma prática recorrente na sociedade atual, ora na tentativa de selecionar pessoas, ora de depreciá-las. Uma das formas de caracterizar alguém intelectualmente é observar o seu discurso: se rebuscado, pensa-se que provém de um intelectual com bom acesso a educação; se mais simplista e comedido, de alguém desventurado de boas chances.
Tudo isso se reflete na percepção dos outros sobre aquele que se expressa. A condição social das pessoas pode ser um fator determinante para definir seu vocabulário, sua percepção de mundo, a profuindade de seu discurso; mas isso não é uma regra. Dizer que os que conseguem se expressar de maneira mais clara e contagiante são oriundos apenas das classe sociais mais abastadas é um erro. Os mais humildes também podem exercer influencia com seu discurso, desde que a oportunidade de adquirir conhecimento seja dada. Este é o grande "x" da questão.
Os investimentos em educação de qualidade para todos pode ajudar a tornar o discurso do brasileiro mais sensível e igualitário. O fato é que o modo em que usamos nossas palavras influencia diretamente em nossa vida profissional, molando uma imagem que a sociedade faz de nós, que é de suma importância ser positiva, por conta do mercado altamente seletivo.
É fato que as palavras traçam uma parte do perfil do cidadão, mas, por conta disso, não podemos analisar apenas por este viés. Existem outras vertentes, tanto intelectuais quanto morais, para tentar compreender melhor a individualidade do próximo. é preciso agregar conceitos pra estabelecer um parâmetro justo do que realmente somos.
Muita luz a todos!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
O amanhã é distante
Se você vier, pro que der e vier, comigo. Eu não te prometo o Sol, não tenho o direito de te iludir. Tenho certeza que o sol vai sair, mostrando a impotência que tenho de cumprir tal promessa, diante de tamanha grandiosidade do astro. Quisera eu também te prometer a chuva. Nos molhando ao compasso do mais puro abraço amoroso e fraterno; coroando o momento com os rostos vivos, olhos brilhantes e sorrisos ardentes. Sei que a chuva vai cair, varrendo tudo, comprovando que tal promessa seria nada mais, nada menos que enganar teu coração. Nõ posso te dar tais coisas, num Dia Branco desses... Mas a praça, a beira do mar, com certeza é mais paupável pra minha condição humana, de amante incosequente. Posso até arriscar o canto de amor. Não custa nada. Talvez a sua sanidade mental em me ouvir cantando. A condição trivial pra que eu possa te oferecer o mais puto sentimento, é a de que você se entregue por inteiro, jogue tudo para trás, e nao se importe com a chuva molhada, ou com o sol escaldante nos dias Setembrinos. Se você quiser, e vier pro que der e vier comigo, tudo se encaixa como numa transa perfeita. Ai, terei certeza de que os desertos e enchentes cessarão, e todos os individuos se curvarão, um só instante - por mais insignicante que seja para eles - , ao nosso amor. Esse tanto, esse canto, esse tão grande amor embarcará num táxi lunar, nos levando em caravana de volta pro nosso aconchego, fazendo de você, moça bonita, a dona da minha cabeça. Coroado pelo sol e pela chuva, o amor chegaré em mim, que tornar-me-ei o príncipe do prazer.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Buscando a reforma íntima.
Nós somos, certamente, o reflexo das nossas atitudes. A reforma moral que alguns se julgam necessitados, precisa partir do princípio de fazer algo decente pelo próximo. Não sou demagogo, não. De vez em quando tiro um dia pra externar aos meus queridos leitores um pouco das minhas frutstações, indignações, amantes e amores. Dessa vez optei por trazer algo mais construtivo pra mim, - que me sinto um cara legal em tentar esclarecer, humildemente, algo pra vocês - quanto pra quem lê essas divagações. Quando a coisa apertar, meu "cumpádi", garanto-lhe que não tens outra coisa a fazer: te apega naqueles que te amam intensamente, e tenta, sobretudo, modificar tuas atitudes para com aqueles que repudias. Esse tipo de conduta, com certeza, alivia as tensões de nosso dia-a-dia tão corrido. O ato de perdoar, de fazer o bem a alguém, de se dispor pra ajudar, mesmo que de maneira discreta no início, é o passo mais importante pra reformular-se. E com isso, ganham todos: os que nos amam, os que - por hora - não nos amam, os que amamos e os que - por hora - não amamos; as boas energias e vibrações positivas irão contagiar aqueles que estão a nossa volta, fazendo com que a existência se torne mais legais, mesmo com suas peculiaridades tão injustas, desestimulantes e tristes. A reforma que buscmaos, para nós e para os que amamos, precisa que tome-se a iniciativa. Vamo trabalhar sem esperar nada em troca, negada. O melhor sempre vem! Muita luz a todos!
terça-feira, 14 de julho de 2009
Quando a fome bate na porta
Me sinto um covarde quando paro de produzir. Alguns pedem, outros sugerem, uns alfinetam e eu continuo com o mesmo desleixo de sempre. Mas creio que é uma boa hora para tentar transmitir alguma coisa. Depois de ler Flávia Suassuna e Samarone Lima dá até vergonha de rabiscar reflexões. Mas sou insistente.Talvez porque eu necessite disso pra respirar, pra me mover, pra sentir sangue correndo nas minhas veias, pra ser considerado cidadão. Sem escrever me torno um indigente. Toda vez que eu deixo isso às moscas, a Polícia Federal deveria me autuar em flagrante.
Olhar ao meu redor tem sido minha maior motivação ultimamente. Falar das pessoas, das coisas, de tudo que faz o dia ser desenhado. Dos amigos que tenho firmado confiança a cada dia que passa. Esse fortalecimento faz com que as minha vida siga de maneira mais natural. Máscaras não combinam comigo; nem amores.Assim, vou me procurando algo que me dê sustentação nos momentos difíceis. Me parece que a introspecção me ajuda bastante nessas horas; é a minha companheira ultimamente. Dessa junção especial que sai minha vontade de escrever alguma coisa por aqui. E eu espero, sinceramente, que daqui pra frente isso volte a ficar movimentado. Tem saido textos meus (fragmentos, vai...) no jornal! Absurdo priorizar a imprensa fajuta em detrimento do meu belo blog( hahahhaha). Amanhã eu penso num tema legal pra falar. Ficam aqui essas divagações. Afinal, aqui temos Reflexões sem fronteira. E o trocadilho é smpre barato, mais até que passarinha em estádio de futebol.
Ps: aprendi que o título de um livro fica mais legal se não tiver relação com o que está escrito. Geralmente o leitor procura identificar no livro o título do texto.
Olhar ao meu redor tem sido minha maior motivação ultimamente. Falar das pessoas, das coisas, de tudo que faz o dia ser desenhado. Dos amigos que tenho firmado confiança a cada dia que passa. Esse fortalecimento faz com que as minha vida siga de maneira mais natural. Máscaras não combinam comigo; nem amores.Assim, vou me procurando algo que me dê sustentação nos momentos difíceis. Me parece que a introspecção me ajuda bastante nessas horas; é a minha companheira ultimamente. Dessa junção especial que sai minha vontade de escrever alguma coisa por aqui. E eu espero, sinceramente, que daqui pra frente isso volte a ficar movimentado. Tem saido textos meus (fragmentos, vai...) no jornal! Absurdo priorizar a imprensa fajuta em detrimento do meu belo blog( hahahhaha). Amanhã eu penso num tema legal pra falar. Ficam aqui essas divagações. Afinal, aqui temos Reflexões sem fronteira. E o trocadilho é smpre barato, mais até que passarinha em estádio de futebol.
Ps: aprendi que o título de um livro fica mais legal se não tiver relação com o que está escrito. Geralmente o leitor procura identificar no livro o título do texto.
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